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CIA GILLES JOBIN

19 outubro 2009 Um comentário

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Gilles Jobin

Gilles Jobin trabalha e vive em Genebra. Ele criou Black Swan em 2009, à parte de suas próprias produções, ele fez da sua companhia e do Studio 44, onde a empresa está sediada, um espaço pioneiro em termos de oferta de formação profissional para bailarinos, lutando para o reconhecimento da dança contemporânea na Suíça e estimulando intercâmbio internacional, através de várias iniciativas: a formação diária de bailarinos, atividades educativas e de aumento de conscientização, oficinas, residências artísticas, e projetos com os países do hemisfério sul.

Gilles Jobin beneficia de um apoio associado trianual (2007 a 2009) da Cidade de Genebra, a República e Cantão de Genebra e Pro Helvetia.  Gilles Jobin é um artista associado de Bonlieu Scène Nationale, Annecy.

Título do trabalho: BLACK SWAN

Coreografia – Gilles Jobin

Duração 55 min – espetáculo

Sinopse

“Evitar o que é previsível no vocabulário da dança assim como nas estruturas composicionais”: esta estética postulada pelo Gilles Jobin é confirmada por cada criação nova sua, distinguindo o seu trabalho dos anteriores, e encorajando a audiência a “quebrar os seus hábitos”. Pode-se dizer que este é exatamente o tema de Black Swan; em todos os momentos, a sua nova peça espanta, surpreende, diverge numa direção inesperada; e, paradoxalmente, isso também pode iniciar, com o seu criador que está sempre à procura, um interesse renovado na coreografia pura. Mesmo que o Gilles Jobin não considere nenhum dos assuntos com os quais a dança tem tido que lidar no curso dos últimos anos; ele não se limita a nada e continua em frente, levando cada vez mais longe as questões sobre o seu material: o corpo e a sua prática; mas também o mundo real que não pára de flutuar…

Em Black Swan, o grito de Gilles Jobin será somente “arriscar a infância”: as suas surpresas, os seus jogos, algo que os adultos vão redescobrir mais tarde além da infância. No palco vemos peluches, pequenos cavalos e marionetas lado a lado. O coreógrafo dá o impulso, sugere um gesto, dá instruções, depois abandona isso ao critério dos bailarinos; e de repente atira um boneco, e depois outro, entre a forma dos movimentos dos corpos entrelaçados para ver a sua reação. A partir desta aleatoriedade surge a imagem confusa destas formas humanas misturadas com formas animais em uma massa misturada, como devolvida à indiferenciação primordial.

Apresentação:

Dia 04 – 21h – Teatro (SESC)

Ficha Técnica:

Coreografia: Gilles Jobin

Dança: Susana Panadès Diaz, Hildur Ottarsdottir, Gilles Jobin, Gabor Varga

Desenho de luz: Daniel Demont

Música: Cristian Vogel

Assistente: Coreografia Isabelle Rigat

Produção: Cie Gilles Jobin – Genève

Administrador: Grégory Ysewyn

Produtor tournê: Mélanie Rouquier

Contabilidade: Yves Bachelier

Co-produção:  Bonlieu  Scène  Nationale,  Annecy  –  Théâtre  De  La  Ville,  Paris  – Dampfzentrale, Bern – Theater Chur

Apoio: La Loterie Romande, Pour-Cent Culturel Migros

Doação: Zuger Kulturstiftung Landis & Gyr, Fondation Ernst Göhner

Colaboração: Beirut International Platform Of Dance, Beyrouth – Les Rencontres chorégraphiques de carthage, tunis – dance week festival, zagreb – Latitudes contemporaines, lille

Associação Artística: Bonlieu Scène Nationale, Annecy

Agradecimentos: to Victor Roy.

Produção/sp: Dora Leão – Platôproduções


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