ALICE RIPOLL E FERNANDO KLIPEL
Alice Ripoll
Formada e pós-graduada em dança contemporânea pela Faculdade Angel Vianna. Atuou como bailarina, diretora e coreógrafa de “A Dobra Companhia de dança”, de 2003 a 2006. Concebeu e realizou, com Letícia Nabuco, o vídeo-dança “Jornal Íntimo”, apresentado no Rio de Janeiro, São Paulo e Portugal. Concebeu e realizou, com Alex Cassal, o vídeo-dança “Jornada ao Umbigo do Mundo”, apresentando-se na Itália, Grécia, Espanha e Rio de Janeiro. Atualmente é assistente de direção da coreógrafa Dani Lima em sua nova criação, e é artista integrante do projeto CoLABoratório, do Panorama de Dança.
Fernando Klipel
Graduando do curso de interpretação na UNIRIO, bailarino, ator e performer circense. Iniciou suas atividades artísticas em Porto Alegre, integrando o elenco do Circo Teatro Girassol, por dois anos. Em Porto Alegre ingressou no elenco da Mouvere Cia. de Dança Contemporânea realizando seis espetáculos sendo em um deles indicado para melhor bailarino no “Prêmio Açorianos de Teatro e Dança”. Em 2005 começou a atuar na Santa Estação cia. De Teatro com o espetáculo “Parada 400: convém tirar os sapatos”.
Título do trabalho: QUE AS SAÍDAS SEJAM MÚLTIPLAS
Coreografia – Alice Ripoll e Fernando Klipel
Duração 26 min – espetáculo
Sinopse
Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.
O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “E a essa hora tardia como procurar amigo?”
Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Utilizando elementos como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. O uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.
Que as saídas sejam múltiplas teve sua estréia no Festival Panorama de Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), durante ocupação do Coletivo Improviso, de Enrique Diaz, participou do Festival Tápias (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad em Movimento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
Apresentações :
Dia 08 – 17h – Pinacoteca Benedicto Calixto
Ficha Técnica:
Criação e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel
Olhar externo: Juliana Medella
Colaboração: Alex Cassal
Fotos: Tiago Rivaldo e Manoel Vason
e-mail : aliceripoll@gmail.com
















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